DADOS GERAIS |
Razão Social: Neuro sapiens –
Centro de Investigações Neurológicas Ltda. |
HISTÓRICO |
No final do ano 2000, Raul Barnech Rodrigues, então sócio-minoritário na clínica de neurologia Neurocentro, decide desfazer a sociedade por motivo de dissidências internas. Em seguida resolve montar outra clínica, o Neuro sapiens – Centro de Investigações Neurológicas, ao lado da também médica neurologista Vivian Denise Cazerta Vaitses, onde viria a ser sócio-majoritário. |
O Neuro sapiens teve sede, inicialmente, em uma sala alugada no bairro Centro, de Porto Alegre, que, em seguida, foi comprada. Com o advento do aumento da demanda, houve necessidade de expansão da clínica, o que tornou-se possível através da aquisição de outra sala, ao lado da anterior, da compra de mais aparelhos para a realização dos exames, bem como da contratação de mais pessoal de apoio. |
NEGÓCIO |
"É o âmbito de atuação da empresa ou do profissional" (SOUZA, 2004, p. 10). |
No caso do Neuro sapiens, a visão míope do negócio pode ser definida
como: "serviços clínicos neurológico e neurofisiológico" |
MISSÃO |
"Somente uma definição clara da missão é razão de existir da organização e torna possíveis, claros e realistas os objetivos da empresa" (DRUCKER apud SOUZA, 2004, p. 13). |
O Neuro sapiens define sua missão como: "prestar serviços com o mínimo de desconforto e o máximo de qualidade". |
VISÃO |
"Visão é uma ou mais declarações que estabelecem o sonho ou desafio estratégico da empresa" (VASCONCELLOS FILHO e PAGNOCELLI apud SOUZA, 2004, p. 8). |
Assim, a visão do Neuro sapiens é a seguinte: "ser referência, tanto para o usuário quanto para a classe médica, na prestação de serviços em neurofisiologia clínica". |
VALORES |
"São balizamentos para o processo decisório e para o comportamento da
empresa no cumprimento de sua missão" (SOUZA, 2004, p. 19).
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PRODUTOS E SERVIÇOS |
Segundo Kotler (2000), um produto é qualquer oferta que possa satisfazer a uma necessidade ou
a um desejo. |
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL |
A estrutura organizacional do Neuro sapiens é bastante reduzida, tendo em vista que é uma empresa pequena. Dessa forma, também não há funções extremamente definidas e |
inflexíveis para cada um dos funcionários, resultando muitas vezes em troca de função e de atividades. A clínica é composta por uma equipe de cinco funcionários e dois sócios. |
MERCADO |
Kotler (2000) afirma que grande parte da solidez de uma marca depende do
desenvolvimento de um produto superior, com uma embalagem adequada, sustentado por propaganda contínua e
atendimento confiável. |
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MICROAMBIENTE |
"O microambiente consiste em agentes de um contexto mais
próximo da organização, tais como concorrentes, fornecedores, intermediários (revendedores, agências de
propaganda, serviços financeiros, etc.) e públicos (mídia, governo, sindicatos, etc.)" (RÉVILLION, 2001, p. 13). |
influenciadores no processo de compra. Esses influenciadores constituem-se em dois grupos: os planos de saúde e os outros médicos. Os planos de saúde intermediam o relacionamento entre paciente e médico no momento em que disponibilizam os serviços médicos aos seus associados. Já os outros médicos entram nesse processo ao encaminhar seus pacientes a outras áreas da medicina que não a sua especialidade. |
MACROAMBIENTE |
"As empresas e seus fornecedores, intermediários de marketing, clientes, concorrentes e público operam em um macroambiente de forças e tendências que dão forma a oportunidades e impõem ameaças" (KOTLER, 2000, p. 160). Assim, os fatores que impactam no funcionamento do Neuro sapiens são: fatores demográficos, econômicos, sócio-culturais, tecnológicos e político-legais. |
Fatores Demográficos |
"A primeira força macroambiental que os profissionais de marketing monitoram é a população, porque os mercados são
compostos de pessoas" (KOTLER, 2000, p. 162). |
O primeiro fica explícito no caso vivido atualmente: a duplicação da empresa Petrobrás. Essa oportunidade de emprego fez com que operários de todo o Brasil migrassem para a Região Sul do país, onde acabaram por fazer exames admissionais neurológicos no Neuro sapiens. O último fica caracterizado pela busca de uma vida melhor em grandes centros urbanos, o que também resulta em crescimento demográfico. |
Fatôres Econômicos |
"Em geral, o ambiente econômico para o marketing
envolve a economia como um todo, incluindo
ciclos de negócios e padrões de gastos, além de questões referentes àr> renda do consumidor"(CHURCHILL e PETER, 2003,
p. 28). |
pessoas à adesão a planos privados de
saúde, mais ou menos dispendiosos, mas que abrem possibilidades de mercado via convênios e parcerias. |
Fatores Sócio-culturais |
"O ambiente cultural e social afeta como e por que as pessoas vivem
e se comportam do seu jeito –
e afeta o comportamento de compra do consumidor e, eventualmente, o ambiente econômico, político e legal" (PERREAULT
e McCARTHY, 2002, p. 72). |
psiquiatra, por exemplo. Infelizmente, através da mídia televisiva e da Internet, a figura do médico vem
perdendo o status progressivamente e sendo desvalorizada e desacreditada, devido a escândalos cada vez mais
freqüentes envolvendo falsos médicos responsáveis por erros irreversíveis. |
Fatores Tecnológicos |
"A tecnologia é
a aplicação da ciência para transformar os recursos de uma economia em produção.
A tecnologia afeta o marketing de duas maneiras básicas: com novos produtos e com novos processos (maneiras de fazer
as coisas)" (PERREAULT e McCARTHY, 2002, p. 68). |
Sendo assim, sempre haverá uma nova tecnologia a ser implementada, um novo procedimento a ser adotado. No Neuro sapiens não é diferente, há constante atualização por meio de estudos investigativos feitos pela clínica e desenvolvimento propiciado pelas pesquisas realizadas por cientistas e material científico de todo o mundo disponibilizados na literatura especializada, nos congressos médicos e na Internet. |
Fatores Político-legais |
Ela (a organização) tem de servir seus clientes e atender aos governos federal, estaduais e
municipais, assim como a grupos de interesses especiais (CHURCHILL e PETER, 2003, p. 31). O Neuro sapiens sofre
influência político-legal no momento em que precisa da regulamentação das Secretarias da Saúde do Município de
Porto Alegre e do Estado do Rio Grande do Sul, além do Conselho Regional de Medicina, para funcionar.
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